Nesse período de final de ano quando inicia-se o ciclo chuvoso o jeito é ficar dentro de casa, isso faz com que as crianças se sintam incomodadas sentindo-se presas, inquietas e entediadas. Muitos pais não sabem o que fazer nesses dias e se fazem algumas perguntas: O que fazer para que as crianças ocupem seu tempo? Que brincadeiras são indicadas para dias de chuva?
Aqui vão algumas dicas de brincadeiras apropriadas para esses dias.
Jogo da Velha
Para essa brincadeira duas crianças são suficiente. Em uma folha em branco faz-se duas linhas horizontais e duas verticais, os jogadores revezam desenhando um "X" ou uma "O", vence aquele que conseguir uma sequência vertical, horizontal ou diagonal primeiro se ninguém conseguir diz-se que deu "velha".
Espelho Meu
Uma das crianças será o espelho (aquela que imitará os gestos) e a outra fará os gestos que serão repetidos. Para a brincadeira ficar mais divertida a dica é colocar uma música animada e fazer os movimentos de acordo com ela.
"Ta Quente"
Uma criança esconde um objeto e a/as outras tem que encontra-lo, a criança que escondeu o objeto vai dando a dica as outras dizendo "ta quente" quando se esta perto do objeto e "ta frio" quando se esta longe.
Outra dica são os jogos de tabuleiro em geral, eles são também bem interessantes para os dias chuvosos. O importante é ter criatividade e recriar as brincadeiras de acordo com a necessidade de cada espaço e de cada criança.
Postado por: Lucineia Barbosa
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
Desenhos que viram brinquedos!
Hoje eu vi uma divulgação no Facebook, que eu simplesmente fiquei admirada o quanto o ser humano é criativo e que quando ele quer, ele faz trabalhos incríveis.
Logo, fui buscar mais informações na internet sobre o trabalho de uma canadense Wendy Tsao, que teve a feliz ideia de reproduzir bonecos a partir de desenhos feitos por crianças, sendo que tudo começou dentro de casa quando ela resolveu fazer com que o desenho do filho de 4 anos saísse do papel. Hoje ela tem um projeto Child's Own Studio que recebe encomendas do mundo todo e claro seu trabalho ganhou vários seguidores. E o mais legal é que tudo é reproduzido o mais fielmente possível: as cores, as formas, as expressões de animais, bonecos, monstros, sereias e outras coisas. Quando as crianças os veem, elas os reconhecem imediatamente e adoram brincar e abraçar suas ideias de verdade.
Nesse vídeo exibido pelo fantástico no dia 07/10/2012 mostra o quanto esses brinquedos transformam e se tornam especial na vida de crianças e adultos.
Imagens retiradas dos sites:
-> http://www.childsown.com/
-> http://ateliedaserra.blogspot.com.br/
Postagem feita pela aluna: Carine Amorim Scaldaferri
Logo, fui buscar mais informações na internet sobre o trabalho de uma canadense Wendy Tsao, que teve a feliz ideia de reproduzir bonecos a partir de desenhos feitos por crianças, sendo que tudo começou dentro de casa quando ela resolveu fazer com que o desenho do filho de 4 anos saísse do papel. Hoje ela tem um projeto Child's Own Studio que recebe encomendas do mundo todo e claro seu trabalho ganhou vários seguidores. E o mais legal é que tudo é reproduzido o mais fielmente possível: as cores, as formas, as expressões de animais, bonecos, monstros, sereias e outras coisas. Quando as crianças os veem, elas os reconhecem imediatamente e adoram brincar e abraçar suas ideias de verdade.
Nesse vídeo exibido pelo fantástico no dia 07/10/2012 mostra o quanto esses brinquedos transformam e se tornam especial na vida de crianças e adultos.
-> http://www.childsown.com/
-> http://ateliedaserra.blogspot.com.br/
Postagem feita pela aluna: Carine Amorim Scaldaferri
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Recordar é viver e aprender!
Boa noite a todos!
Bom, no curso de educação física temos uma disciplina de
Jogos Brinquedos e Brincadeiras e a proposta do Prof. Silvio nas duas últimas
aulas foi a seguinte:
Que cada aluno apresentasse a brincadeira ou jogo que marcou
sua infância.
No primeiro momento não achei que seria tão construtivo, mas
no decorrer das aulas percebi o quanto cada um de nós (alunos) trazia de
aprendizado para o restante da turma.
(Em meio ha diversas brincadeiras, até mesmo internacionais
diretamente da Argentina o kame hame ha ensinado por nossa amiga de turma
Macarena), podemos recordar e aprender muitas brincadeiras.
Foi uma experiência muito proveitosa e extremamente divertida.
Muitas brincadeiras eram conhecidas por grande parte, mas com nomes diferentes,
algumas sofreram variações como a queimada que agora tem a versão de queimada
real apresentada pelo Ygor.As brincadeiras de pegas também foram variadas,
como o pega corrente apresentado pelo Jorge e o pega em que teríamos que “correr”
com quatro apoios pés e mãos ,apresentado pelo Renato, o dominó levado por Jéssica Cristina , a Finca ressucitado pela Stayce , dentre outros
Poderia ficar aqui por muito tempo para contar as varias
brincadeiras, mas não é necessário, o que eu quero deixar expresso aqui é que,
tudo que foi exposto nestas duas aulas foram de suma importância para meu
conhecimento, pude ampliar meu olhar para os jogos e brincadeiras e entender que
as possibilidades são inúmeras desde que eu deixe a imaginação entrar em cena.
Muito obrigada a todos pelo prazer da companhia e que este
seja apenas o começo!
Postado por: Lisiane Flores dos Santos
Seg
, 05/10/2009
“Brincadeiras tradicionais ajudam no
desenvolvimento da criança”
Paula Pitta |
A TARDE On Line
Na era do mundo digital, em que os brinquedos da moda são
videogames e computador, brincar de corda, bolinhas de gude ou roda perdeu
espaço entre as crianças, mas a pedagoga Miriam Teles von Hauenschild alerta
para a importância das brincadeiras antigas no desenvolvimento da criança.
“As brincadeiras servem como instrumento de estruturação do indivíduo. Elas não trabalham apenas uma capacidade, mas várias, como percepção motora, equilíbrio e orientação espacial”, enumera a diretora da Escola Acalento, em Lauro de Freitas, onde essas brincadeiras são indissociáveis da pedagogia adotada.
De acordo com a pedagoga, o ato de brincar é uma etapa importante e necessária na vida da criança e esse momento pode ser aproveitado com atividades ricas para o desenvolvimento, como as cantigas de roda, em que a criança trabalha o equilíbrio e desenvolve também outras competências ao repetir as ordens emitidas nas letras das músicas.
Além de ajudar no desenvolvimento das capacidades pessoais da garotada, as brincadeiras antigas estimulam o convívio do grupo. “No elástico, a criança aprende a esperar a vez do outro, a lidar com o erro. Já na gude precisa de atenção, estratégia para ganhar e aprender a conviver com regras”, exemplifica Miriam.
As cantigas também podem ser uma forma simples de ensinar as crianças sobre as profissões, pro exemplo, como na música de roda “Eu sou pobre, pobre... de marrê, marrê”, em que a mulher rica sugere profissões para a filha da mulher pobre. “Nessa brincadeira, a criança trabalha as profissões, a relação com o outro, além da orientação espacial”, explica a pedagoga.
Além das brincadeiras tradicionais, a criançada também pode ser estimulada a pintar e bordar, literalmente. A artista plástica Laila Zane trabalha há 18 anos com esse público. Ela diz que estimula a criatividade e coordenação motora fina (escrita, corte, firmeza) da garotada através de pintura de telas, da modelagem do biscuit e do trabalho com argila e sucata. “Hoje em dia a criança capta as coisas muito rápido, mas também se dispersa rápido. É preciso trabalhar a concentração e a arte plástica consegue isso”, diz.
Para ajudar na escolha da diversão apropriada para você e seu filho, o A TARDE On Line sugere algumas opções de brincadeiras antigas:
Gude: existem diversas formas de brincar de gude, cada uma com suas regras. Uma das opções é o jogo do papão, em que a criança segue um caminho, batendo uma bola na outra até acertar uma caçapa.
“As brincadeiras servem como instrumento de estruturação do indivíduo. Elas não trabalham apenas uma capacidade, mas várias, como percepção motora, equilíbrio e orientação espacial”, enumera a diretora da Escola Acalento, em Lauro de Freitas, onde essas brincadeiras são indissociáveis da pedagogia adotada.
De acordo com a pedagoga, o ato de brincar é uma etapa importante e necessária na vida da criança e esse momento pode ser aproveitado com atividades ricas para o desenvolvimento, como as cantigas de roda, em que a criança trabalha o equilíbrio e desenvolve também outras competências ao repetir as ordens emitidas nas letras das músicas.
Além de ajudar no desenvolvimento das capacidades pessoais da garotada, as brincadeiras antigas estimulam o convívio do grupo. “No elástico, a criança aprende a esperar a vez do outro, a lidar com o erro. Já na gude precisa de atenção, estratégia para ganhar e aprender a conviver com regras”, exemplifica Miriam.
As cantigas também podem ser uma forma simples de ensinar as crianças sobre as profissões, pro exemplo, como na música de roda “Eu sou pobre, pobre... de marrê, marrê”, em que a mulher rica sugere profissões para a filha da mulher pobre. “Nessa brincadeira, a criança trabalha as profissões, a relação com o outro, além da orientação espacial”, explica a pedagoga.
Além das brincadeiras tradicionais, a criançada também pode ser estimulada a pintar e bordar, literalmente. A artista plástica Laila Zane trabalha há 18 anos com esse público. Ela diz que estimula a criatividade e coordenação motora fina (escrita, corte, firmeza) da garotada através de pintura de telas, da modelagem do biscuit e do trabalho com argila e sucata. “Hoje em dia a criança capta as coisas muito rápido, mas também se dispersa rápido. É preciso trabalhar a concentração e a arte plástica consegue isso”, diz.
Para ajudar na escolha da diversão apropriada para você e seu filho, o A TARDE On Line sugere algumas opções de brincadeiras antigas:
Gude: existem diversas formas de brincar de gude, cada uma com suas regras. Uma das opções é o jogo do papão, em que a criança segue um caminho, batendo uma bola na outra até acertar uma caçapa.
Escravos de Jó: duas crianças cantam a cantiga “escravos de jó, jogavam caxangá, tira, põe, deixa ficar, guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue, zá”. Enquanto isso, vão seguindo, cada uma com uma pedrinha na mão, o que diz a música.
Cabra-cega: Uma criança é escolhida para ser a cabra-cega. Ela terá os olhos vendados com um lenço ou com a camisa e depois será rodada (o local da brincadeira não deve ter obstáculos perigosos, como pontas e batentes). Em seguida, as crianças devem falar: “Cabra-cega, de onde você veio?”. A cabra-cega responde: “vim lá do moinho”, Todos dizem: “O que você trouxe?”. A cabra-cega responde: “um saco de farinha”. Todos: “Me dá um pouquinho?”. Cabra-cega: “não”. Em seguida, todas as crianças devem se espalhar pelo espaço, enquanto a cabra-cega tenta pegar alguém. Quando conseguir, a cabra-cega deve acertar o nome de quem pegou. Se acertar, a criança presa será a cabra-cega, caso contrário continua a mesma criança do início. A parte da historinha é importante para orientar a criança que é a cabra-cega de onde está cada criança do grupo, trabalhando com a percepção de espaço e audição.
Foram retiradas algumas brincadeiras para não ficar
repetitivo no blog !
Postastado por : Isabella Cristina
Dia D- Tema Criança
Esse foi o Dia D no Instituto de Educação de Minas Gerais em 2009, cuja o tema era Criança, contudo todos vestiram-se a caráter e levaram seus brinquedos preferidos e no intervalo das aulas todos foram para o pátio da escola para brincar. Foi um dia maravilhoso onde todos puderam voltar no tempo e relembrar a infância.
Significado do Dia D: É uma brincadeira que os alunos do 3º ano do ensino médio fazem para marcar a despedida do colégio. É escolhido um dia aleatoriamente onde os formandos deveram comparecer caracterizados de acordo com o tema ou fazer algo que saia do padrão convencional. Ex: Levar o material escolar em um balde ou meninos se vestem de meninas e meninas se vestem de meninos.
Postagem feita pela aluna: Carine Amorim Scaldaferri.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Brincadeiras antigas
Esse post tem o objetivo de relembrar algumas brincadeiras muito praticadas antigamente e que com os avanços tecnológicos de hoje, estão sendo um pouco esquecidas, ou pelo menos, menos usadas.
Algumas sugestões com breves explicações sobre tais brincadeiras:
- Cinco Marias: essa brincadeira constitui em, primeiramente, procurar cinco pedrinhas que tenham tamanho aproximado ou confeccionar saquinhos e recheá-los com arroz ou areia. Primeira rodada: jogue todas as pedrinhas no chão e tire umas delas. Depois, com a mesma mão, jogue-a para o alto e pegue uma das que ficaram no chão. Faça a mesma coisa até pegar todas as pedrinhas. Segunda rodada: jogue as cinco pedrinhas no chão, depois tire uma e jogue-a para o alto, porém, desta vez, pegue duas pedrinhas de uma vez, mais a que foi jogada para o alto. Repita. Terceira rodada: cinco pedrinhas no chão, tira-se uma e joga-se para o alto pegando desta vez três pedrinhas e depois a que foi jogada. Última rodada: joga-se a pedrinha para o alto e pega-se todas as que ficaram no chão.
- Roda: em roda, cantem canções antigas e façam os gestos e representações delas. Alguns exemplos de música são: atirei o pau no gato, ciranda-cirandinha, a linda rosa juvenil, a galinha do vizinho, a canoa virou, se esta rua fosse minha, serra serra serrador, entre outras.
- Amarelinha: risca-se a amarelinha no chão, de 1 a 10, fazendo no último número um arco para representar o céu. Pula-se com um pé só, dentro de cada quadrado.
- Pião: um pião de madeira enrolado num barbante. Puxa-se a ponta do barbante e este sai rodopiando. A grande diversão é observar o pião rodando.
- Bolinha de gude: essa brincadeira tem várias formas de se jogar, como box, triângulo, barca e jogo do papão, onde os participantes devem percorrer determinados caminhos, batendo uma bolinha na outra e, ao final, acertar as caçapas.
- Batata quente: os participantes sentam-se em círculo e uma pessoa fica de fora. Vão passando uma bola, bem rápido, de mão em mão e o que está de fora, de costas para o grupo, grita "batata quente, quente, quente, ..., queimou!". Quem estiver com a bola quando o colega disser 'queimou', é eliminado da brincadeira. O vencedor será aquele que não for eliminado.
- Pula corda: duas pessoas batem a corda e outra pula. Durante a execução da brincadeira os batedores vão cantando "um dia um homem bateu na minha porta e disse assim: senhora, senhora, põe a mão no chão; senhora, senhora, pule de um pé só; senhora, senhora, dê uma rodadinha e vá pro meio da rua". Ao final, o pulador deve sair da corda sem errar.
Espero que isso tenha refrescado a memória de todos, mostrando que não é porque as brincadeiras são antigas, que elas tem que ser esquecidas, muito pelo contrário, elas tem que ser passadas de geração em geração, para que não fiquem perdidas e fiquem apenas em histórias.
Postagem feita pela aluna: Larissa Correia Araújo
Algumas sugestões com breves explicações sobre tais brincadeiras:
- Cinco Marias: essa brincadeira constitui em, primeiramente, procurar cinco pedrinhas que tenham tamanho aproximado ou confeccionar saquinhos e recheá-los com arroz ou areia. Primeira rodada: jogue todas as pedrinhas no chão e tire umas delas. Depois, com a mesma mão, jogue-a para o alto e pegue uma das que ficaram no chão. Faça a mesma coisa até pegar todas as pedrinhas. Segunda rodada: jogue as cinco pedrinhas no chão, depois tire uma e jogue-a para o alto, porém, desta vez, pegue duas pedrinhas de uma vez, mais a que foi jogada para o alto. Repita. Terceira rodada: cinco pedrinhas no chão, tira-se uma e joga-se para o alto pegando desta vez três pedrinhas e depois a que foi jogada. Última rodada: joga-se a pedrinha para o alto e pega-se todas as que ficaram no chão.
- Roda: em roda, cantem canções antigas e façam os gestos e representações delas. Alguns exemplos de música são: atirei o pau no gato, ciranda-cirandinha, a linda rosa juvenil, a galinha do vizinho, a canoa virou, se esta rua fosse minha, serra serra serrador, entre outras.
- Amarelinha: risca-se a amarelinha no chão, de 1 a 10, fazendo no último número um arco para representar o céu. Pula-se com um pé só, dentro de cada quadrado.
- Pião: um pião de madeira enrolado num barbante. Puxa-se a ponta do barbante e este sai rodopiando. A grande diversão é observar o pião rodando.
- Bolinha de gude: essa brincadeira tem várias formas de se jogar, como box, triângulo, barca e jogo do papão, onde os participantes devem percorrer determinados caminhos, batendo uma bolinha na outra e, ao final, acertar as caçapas.- Batata quente: os participantes sentam-se em círculo e uma pessoa fica de fora. Vão passando uma bola, bem rápido, de mão em mão e o que está de fora, de costas para o grupo, grita "batata quente, quente, quente, ..., queimou!". Quem estiver com a bola quando o colega disser 'queimou', é eliminado da brincadeira. O vencedor será aquele que não for eliminado.
- Pula corda: duas pessoas batem a corda e outra pula. Durante a execução da brincadeira os batedores vão cantando "um dia um homem bateu na minha porta e disse assim: senhora, senhora, põe a mão no chão; senhora, senhora, pule de um pé só; senhora, senhora, dê uma rodadinha e vá pro meio da rua". Ao final, o pulador deve sair da corda sem errar.
Espero que isso tenha refrescado a memória de todos, mostrando que não é porque as brincadeiras são antigas, que elas tem que ser esquecidas, muito pelo contrário, elas tem que ser passadas de geração em geração, para que não fiquem perdidas e fiquem apenas em histórias.
Postagem feita pela aluna: Larissa Correia Araújo
domingo, 4 de novembro de 2012
Música- Brincadeiras
Ficha Técnica:
-Coordenação do projeto: Daniela Tamberi S. Moreira
-Produção Musical e Arranjos: Júlio Curi
-Produção Executiva: Rubens Simões
-Projeto Gráfico: Flávio Friche, Júlio Alvez e Raphael Gideoni
Vocais (grupo): Rubens Simões, Júlio Curi e Silvia Behrens
As cantoras (coro): Silvia Behrens e as meninas Maat Yasmin Carvalho Barbosa, Ana Carolina Vaz de Oliveira, Maria Marinho, Crystal Silva Jácome e Elena Ciciliotti Rocha.
Postagem feita pela aluna: Carine Amorim Scaldaferri.
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